11h30 - Alô? Oi, quer almoçar comigo?
13h - Ainda não conheço teu escritório novo...
- Fica perto daqui, quer conhecer?
13h10 - Bonito aqui, gostei da vista.
- Também gosto.
- Posso usar o banheiro?
- Eu te levo...
*Me puxou pra dentro e quase me sufocou com seus beijos. Tirou a roupa e, olhando pra mim com cara de quem quer mais, levou minhas mãos até seus seios - lindos!
Virei-a de costas, beijei sua nuca, suas costas, sua bunda. Joguei-a na parede, transamos.*
13h20 - Preciso voltar ao trabalho, estou atrasada.
*Abri os olhos. Percebi que estava parada na porta do banheiro. Acho que sonhei.*
- Tudo bem. Vou com você até o elevador.
- Até a noite, te amo.
- Até depois, amor.
*Voltei para minha sala. Eu estava molhada, será que sonhei? Será que foi real? Liguei o computador e continuei meu trabalho. Será que sonhei, será que foi real?
Peguei o celular. 11h30? É, acho que sonhei.*
11h30 - Alô? Oi, quer almoçar comigo?
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Preciso comprar uma bolsa
Pegar uma faca e rasgar tua cara no meio.
Depois, arrastar ela pelos cabelos e fazer o mesmo com ela.
É isso que eu faria se tivesse uma faca quando te visse com ela.
Só não faço porque não tenho bolsa pra esconder a faca.
Depois, arrastar ela pelos cabelos e fazer o mesmo com ela.
É isso que eu faria se tivesse uma faca quando te visse com ela.
Só não faço porque não tenho bolsa pra esconder a faca.
domingo, 15 de novembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
"A"
Antes de nascer o dia, barulho de folhas.
Folhas secas de outono, folhas de caderno.
Entreabri os olhos e a vi sentada ao pé da cama, ainda nua, como se acabasse de sair do banho.
Chovera toda a noite. Lá fora, água. No quarto, beijos.
Ela fechou a cortina e eu, os olhos.
Ela vestia a roupa tão rápido quanto eu minhas fantasias.
Nelas, como se escrevesse em nuvens, escrevia em suas coxas - tão macias quanto.
Um batom era a caneta. Vermelho, sempre.
E ao final, folhas e corpos riscados, fazia o desenho de um A. "Com Amor", terminava.
"A", o começo do alfabeto e o fim da carta, o fim da noite, o fim da chuva - aqui dentro e lá fora. Ela abria a cortina, eu não abria os olhos, e ela partia.
A cada segunda-feira, enquanto eu ouvia o barulho das folhas, ela escrevia.
Folhas secas de outono, folhas de caderno.
Entreabri os olhos e a vi sentada ao pé da cama, ainda nua, como se acabasse de sair do banho.
Chovera toda a noite. Lá fora, água. No quarto, beijos.
Ela fechou a cortina e eu, os olhos.
Ela vestia a roupa tão rápido quanto eu minhas fantasias.
Nelas, como se escrevesse em nuvens, escrevia em suas coxas - tão macias quanto.
Um batom era a caneta. Vermelho, sempre.
E ao final, folhas e corpos riscados, fazia o desenho de um A. "Com Amor", terminava.
"A", o começo do alfabeto e o fim da carta, o fim da noite, o fim da chuva - aqui dentro e lá fora. Ela abria a cortina, eu não abria os olhos, e ela partia.
A cada segunda-feira, enquanto eu ouvia o barulho das folhas, ela escrevia.
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