Ainda ontem eu conheci uma menina muito atraente.
Logo que pus os olhos nela, o desejo tomou conta de mim.
Quis sussurrar em seus ouvidos, beijar sua mão, sua testa, morder sua boca e arranhar suas costas.
Mas já eram seis horas, então o despertador tocou.
domingo, 27 de abril de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008
Os ponteiros marcavam onze da noite de quarta-feira quando atravessava uma rua escura da cidade.
Morena de olhos claros, muito atraente, chamava atenção por onde passasse.
Naquela noite, voltando para casa, ouviu passos. Com o canto dos olhos espiou atrás de si. Viu um vulto e não apressou o passo.
Respirava ofegante, o olhar longe, como se lembrasse de outras épocas, da infância, das bonecas.
O medo tomou conta dela, as mãos suavam.
Então sentiu alguém encostar em seu ombro. Como não virou para trás, foi cutucada ourta vez. Respirou fundo, parou e virou.
Viu um homem alto, magérrimo e de dentes tortos.
Olharam-se em silêncio alguns segundos. Ele, os olhos dela. Ela, lugar vago, esperando que lhe fizesse algo.
-Tem fogo?
-Não.
-Já passam de onze?
-Talvez. - disse ela boquiaberta.
Ele seguiu viagem e ela ficou parada ainda alguns instantes, decepcionada.
Já a algum tempo não tinha um encontro que a deixasse excitada.
Morena de olhos claros, muito atraente, chamava atenção por onde passasse.
Naquela noite, voltando para casa, ouviu passos. Com o canto dos olhos espiou atrás de si. Viu um vulto e não apressou o passo.
Respirava ofegante, o olhar longe, como se lembrasse de outras épocas, da infância, das bonecas.
O medo tomou conta dela, as mãos suavam.
Então sentiu alguém encostar em seu ombro. Como não virou para trás, foi cutucada ourta vez. Respirou fundo, parou e virou.
Viu um homem alto, magérrimo e de dentes tortos.
Olharam-se em silêncio alguns segundos. Ele, os olhos dela. Ela, lugar vago, esperando que lhe fizesse algo.
-Tem fogo?
-Não.
-Já passam de onze?
-Talvez. - disse ela boquiaberta.
Ele seguiu viagem e ela ficou parada ainda alguns instantes, decepcionada.
Já a algum tempo não tinha um encontro que a deixasse excitada.
quinta-feira, 6 de março de 2008
Por culpa da esposa
Na internet, buscou uma prostituta que lhe agradasse. Não foi difícil, tinha apenas uma exigência: que não estivesse depilada.
Contratou uma e levou para casa. Nesta noite a esposa, que insistia em depilar-se, foi trancada no quarto de hóspedes e a puta, levada para o quarto do casal.
Junto ao vinho, na taça da meretriz, pôs um sonífero. Assim que fez efeito, despiu-a e virou-a de frente para si, na cama.
Abriu a caixinha que estava no criado-mudo e, cuidadosamente, tirou de lá uma pinça.
Um a um arrancou os pelos da contratada.
Foi a noite mais excitante da sua vida.
Contratou uma e levou para casa. Nesta noite a esposa, que insistia em depilar-se, foi trancada no quarto de hóspedes e a puta, levada para o quarto do casal.
Junto ao vinho, na taça da meretriz, pôs um sonífero. Assim que fez efeito, despiu-a e virou-a de frente para si, na cama.
Abriu a caixinha que estava no criado-mudo e, cuidadosamente, tirou de lá uma pinça.
Um a um arrancou os pelos da contratada.
Foi a noite mais excitante da sua vida.
segunda-feira, 3 de março de 2008
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Boa viagem
Resolveu viajar e convidou o marido, que disse que só iria se fosse para os EUA. Ela quis o Canadá, e foi sozinha, e achou até melhor.
No aeroporto, a mocinha sorridente da sala de espera oferecia "café ou o que mais precisassem" os passageiros. Pediu que a mocinha mostrasse o caminho do banheiro. Fingiu passar mal para que fosse acompanhada até os sanitários. Recuperou-se com tal rapidez que traçou a mocinha prestativa num piscar de olhos...tão bonitinha naquela camisa branca, alguns botões abertos deixando à mostra parte do sutiã rendado.
Durante o vôo seguiu um rapaz muito atraente até o banheiro e, mais uma vez, com rapidez admirável, traçou o jovem turista coreano.
Após a última escala, foi até a área reservada à tripulação conversar com a aeromoça, uma mulher lá pela casa dos trinta, alta e loira e com um quadril generoso...aliás, foi pelo quadril que puxou a aeromoça para si fazendo sentir seus seios nos dela, a mão deslizando para debaixo da saia. Depois de transarem, a aeromoça saiu correndo chorando, mas ela nem prestou atenção.
Desembarcando na capital Ottawa chamou um taxi. Pensou em transar com o taxista mas estava com sono, então pediu um cartão dele e resolveu deixar para a volta.
No hotel, assim que chegou, chamou uma camareira e pediu que em seu horário de folga comprasse diversos postais dos pontos turísticos mais interessantes da região e contratasse um guia. Pagaria separado por este serviço.
Como a camareira não trabalharia naquele fim de semana, levou os postais e o guia até o hotel na mesma noite.
Entrou no quarto e, claro, foi agarrada pela hóspede. Explicou que não fazia esse tipo de serviço mas poderia recomendar quem o fizesse, mas mudou de idéia assim que viu a grana.
Seria o dobro se gostasse do guia.
Acabou por pagar o triplo, afinal uma guia sempre é mais cara.
Passou o fim de semana trancada no quarto transando hora com uma, hora com outra e hora com as duas, enquanto a guia comentava os postais.
Com certeza foi uma viagem muito proveitosa e interessante. Traçou cada pessoa que teve oportunidade, assim na ida como na volta, inclusive o taxista mexicano gorducho.
Não poupou ninguém, apenas o marido foi poupado da AIDS.
No aeroporto, a mocinha sorridente da sala de espera oferecia "café ou o que mais precisassem" os passageiros. Pediu que a mocinha mostrasse o caminho do banheiro. Fingiu passar mal para que fosse acompanhada até os sanitários. Recuperou-se com tal rapidez que traçou a mocinha prestativa num piscar de olhos...tão bonitinha naquela camisa branca, alguns botões abertos deixando à mostra parte do sutiã rendado.
Durante o vôo seguiu um rapaz muito atraente até o banheiro e, mais uma vez, com rapidez admirável, traçou o jovem turista coreano.
Após a última escala, foi até a área reservada à tripulação conversar com a aeromoça, uma mulher lá pela casa dos trinta, alta e loira e com um quadril generoso...aliás, foi pelo quadril que puxou a aeromoça para si fazendo sentir seus seios nos dela, a mão deslizando para debaixo da saia. Depois de transarem, a aeromoça saiu correndo chorando, mas ela nem prestou atenção.
Desembarcando na capital Ottawa chamou um taxi. Pensou em transar com o taxista mas estava com sono, então pediu um cartão dele e resolveu deixar para a volta.
No hotel, assim que chegou, chamou uma camareira e pediu que em seu horário de folga comprasse diversos postais dos pontos turísticos mais interessantes da região e contratasse um guia. Pagaria separado por este serviço.
Como a camareira não trabalharia naquele fim de semana, levou os postais e o guia até o hotel na mesma noite.
Entrou no quarto e, claro, foi agarrada pela hóspede. Explicou que não fazia esse tipo de serviço mas poderia recomendar quem o fizesse, mas mudou de idéia assim que viu a grana.
Seria o dobro se gostasse do guia.
Acabou por pagar o triplo, afinal uma guia sempre é mais cara.
Passou o fim de semana trancada no quarto transando hora com uma, hora com outra e hora com as duas, enquanto a guia comentava os postais.
Com certeza foi uma viagem muito proveitosa e interessante. Traçou cada pessoa que teve oportunidade, assim na ida como na volta, inclusive o taxista mexicano gorducho.
Não poupou ninguém, apenas o marido foi poupado da AIDS.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Um mês
Quase um mês e esperava todo fim de tarde.
Esperava que ele chamasse, desse uma flor, um sorriso e declamasse besteiras ao pé do ouvido.
Que dissesse que sentia falta do gosto da pele e do mau gosto musical.
Esperava um mês, apenas um mês e nem um dia a mais.
A cada trinta dias recomeçava a contagem.
Esperava que ele chamasse, desse uma flor, um sorriso e declamasse besteiras ao pé do ouvido.
Que dissesse que sentia falta do gosto da pele e do mau gosto musical.
Esperava um mês, apenas um mês e nem um dia a mais.
A cada trinta dias recomeçava a contagem.
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